LÉON XIV REAGIU Á MORTE DE CHARLIE KIRK
- Bernard Dubois Pagh
- 23 de set. de 2025
- 2 min de leitura
Desde quarta-feira, 10 de setembro de 2.025, a mídia vem focando no caso na execução de CHARLIE KIRK.
Na França, o Visconde PHILIPPE DE VILLIERS, o chamou de primeiro martír do wokismo, estabelecendo um paralelo entre ele e Martin Luther King, pois também acreditou na paz, discutindo com os adversários através do bordão: "Convençam-me do contrário".
Na Praça de São Pedro, o Papa rezou pelo ativista morto a tiros e sua família, expressando preocupação com a violência política nos Estados Unidos, pedindo que esse tipo de retórica seja evitado.
O Papa enfatizou que nossas diferenças políticas nunca podem ser resolvidas pela violência, num espírito bem diverso do "cancelamento" proposto pelo "Peninha", gerador de ódios e perseguições.
Durante uma hora, cerca de duas mil pessoas ficaram em silêncio com a mesma aspiração à paz e num mundo melhor. Quando terminou, ninguém parecia querer deixar o local. A praça de São Pedro ressoava de conversas em todas as línguas, mas todas com esperança renovada. O Papa, antes de voltar aos seus aposentos, observou a multidão que se dispersava lentamente e comentou com um cardeal que plantara uma semente, mas que cada um deveria regá-la em seu cotidiano. Em seu "bureau papal", os testemunhos surgiram do mundo inteiro. Esperemos que não seja um evento pontual, mas que tenha efeito durável. Essa reação à tragédia de Charlie Kirk nos lembra uma verdade fundamental: a humanidade aspira à paz, mas não sabe como atingi-la e o papel do REX-POPULI, ao menos no Brasil, é indicar um caminho de reconciliação que não seja uma utopia, mas uma realidade possível. O verdadeiro resultado da vigília na Praça de São Pdero não é apenas o que diz a mídia, mas o que acontece nas comunidades que se reconciliam.
Charlie Kirk, por sua morte trágica, apesar de tudo e das críticas que lhe possam ser feitas, se tornou um instrumento para meditar sobre a paz e, assim, sua vida não terá sido em vão.
Sua Santidade concluiu que não podemos ficar silenciosos face ao mal, mas que nossa voz seja a que mostra que é sempre melhor escolher a luz que as trevas.
BERNARD PAGH - ABJ n. 4437




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